Por que rejeitamos quem nos trata bem? O perigo do hábito com o caos

Você já teve a sensação de que, quando alguém finalmente te trata com respeito, carinho e maturidade, uma voz na sua cabeça começa a gritar que tem alguma armadilha?

Se a resposta for sim, saiba que você não está sozinho(a). Muitas vezes, o nosso cérebro — que passou anos sobrevivendo a relações difíceis, instáveis ou marcadas por migalhas emocionais — acaba se acostumando com o caos. Para ele, a dor e a imprevisibilidade se tornaram o “terreno conhecido”.

Quando a calmaria de um amor saudável bate à porta, o sistema de alerta é ativado. O cérebro entra em pânico porque a paz parece suspeita para quem só conheceu a tempestade.

A grande questão é: sem perceber, você pode estar sabotando e afastando exatamente aquilo que pediu a Deus.

Como quebrar esse ciclo?

O primeiro passo para a cura é a consciência. Perceber que o incômodo diante de uma relação leve não é um defeito da outra pessoa, mas sim um eco do seu passado ferido. Dizer a si mesmo(a) que você merece paz é um ato diário de coragem.

💡 Quer se aprofundar na sua jornada de autoconhecimento e entender melhor como curar essas marcas? Conheça as indicações de leitura essenciais que preparamos para transformar a sua visão sobre o amor:

  • O Que Aconteceu Com Você? (Dr. Bruce D. Perry e Oprah Winfrey)
  • O Corpo Guarda as Marcas (Bessel van der Kolk)
  • A Gente Mira no Amor e Acerta na Solidão (Ana Suy)

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